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Cahiers de Psychologie Politique

O presente trabalho teve como objetivo investigar o cenário das publicações científicas relacionadas às temáticas das práticas políticas, em especial, a participação em ações coletivas, movimentos sociais e outras formas de participação política. Sendo assim, optamos por realizar um rastreamento no Banco de Teses da CAPES utilizando os seguintes descritores: "ações coletivas", "participação política" e "movimentos sociais", com o intuito de localizar as pesquisas realizadas nos Programas de Pós-Graduação em Psicologia. Encontramos um total de 92 estudos e, considerando que alguns deles se repetiram, analisamos um total de 83 estudos. As pesquisas foram analisadas conforme o nível do estudo (mestrado ou doutorado); Instituição de Ensino em que foi realizada; ano que foi publicada; aspectos teórico-metodológicos e, por fim, conforme os objetivos do estudo. Em síntese, até o momento da coleta de dados, pudemos constatar que: houve um crescimento do interesse pela temática no Brasil, em especial, em meados da primeira década deste século; o número de estudos realizados no nível do mestrado é três vezes maior que o número de pesquisas realizadas no nível do doutorado; todas as pesquisas utilizaram o método qualitativo, recebendo destaque o uso de entrevista e observação participante enquanto técnicas de pesquisa; a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) é a Instituição de Ensino que possui o maior número de pesquisas nesta área responsável por 35% dos estudos produzidos. Por fim, os objetivos/objeto de estudo foram categorizados em ordem decrescente pelas temáticas: “Movimentos Sociais e outras formas de participação política” (n=25); “Movimento Sem Terra” (n=11); “Relações de Gênero” e “Produção de Subjetividades, modos de vida e práticas políticas” (n=10); “Associação de Moradores e Movimentos Populares” e “Movimentos Sociais e Saúde” (n=7); “Comportamento Político” e “Consciência Política” (n= 6); “Estudo Teórico” (n=1).

Le but de ce travail a été l'investigation du cadre des publications scientifiques par rapport aux thématiques des pratiques politiques, en particulier, celles-là de la participation aux actions collectives, aux mouvements sociaux et d'autres genres de participation politique. De cette façon, nous avons opté pour faire une recherche dans la Banque de Données des Thèses de CAPES, en utilisant les mots descriptifs suivants: "des actions collectives", "de la participation politique" et " des mouvements sociaux", avec le but de rencontrer les recherches faites dans les Programmes de Post-Graduation en Psychologie. Nous avons rencontré 92 études et, en considérant que quelques uns se sont répétés, nous avons fait l'analyse de 83 études. Les recherches ont été analysées au niveau d'étude (de maître ou de docteur); dès l' Institution d'Enseignement où elles ont été faites; l'année de la publication; des aspects théoriques-méthodologiques et, à la fin, selon les objectifs de l'étude. Par synthèse, jusqu'au moment de la récolte de données, nous avons enregistré le développement de l'intérêt sur cette thématique au Brésil, particulièrement, à la moitié de la première décade de notre siècle; la quantité d'études accomplis au niveau de maître était trois fois plus grande que les recherches accomplies au niveau de doctorat; toutes les recherches ont employé la méthode qualitative, en mettant en évidence l' entretien et l'observation participative comme des outils de recherche; la Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) est l'Institution d'Enseignement qui a le plus grand ensemble de recherches dans cet ordre d'études, en enregistrant 35% des études produits.

The present study aimed to investigate the scenario of scientific publications related to the themes of political practices, in particular, participation in collective action, social movements and other forms of political participation. Therefore, we chose to perform a crawl in CAPES Theses using the following keywords: "collective actions", "political participation" and "social movements", in order to find the research conducted in the graduate programs in psychology. We found a total of 92 studies and, considering that some of them have been repeated, we reviewed a total of 83 studies. The surveys were analyzed according to the level of study (master's or doctorate); Educational institution in which it was held; year that was published; theoretical and methodological aspects and, finally, as the objectives of the study. In short, by the time of the data collection, we were able to see that: there was a growth of interest in the subject in Brazil, in particular, in the middle of the first decade of this century; the number of master 's-level studies is three times greater than the number of searches carried out at the level of doctorate; all research used the qualitative method, getting the use of interviews and participant observation while research techniques; the Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) is the educational institution that has the greatest number of searches in this area accounts for 35% of the studies produced. Finally, the goals/object of study were categorized in descending order by themes: "social movements and other forms of political participation" (n = 25); "landless movements" (n = 11); "Gender relations" and "subjectivity Production, lifestyles and political practices" (n = 10); "Residents ' Association and popular movements" and "health and social movements" (n = 7); "Political Behavior" and "political awareness" (n = 6); "Theoretical study (n = 1).

Introdução

As diversas formas de ações coletivas se caracterizam por práticas sociais recorrentes e fundamentais desde, principalmente, o fim do século XIX até a contemporaneidade (Gomes, 2008). Este fenômeno tem sido alvo dos estudos científicos de diversos campos do saber, como a História, Sociologia, Direito, Educação, Pedagogia, Psicologia, Geografia, dentre outros. Para a construção do conhecimento científico, destaca-se a importância de estudos que possibilitem uma revisão das pesquisas realizadas em relação a determinado objeto de estudo. Neste sentido, este artigo visa expor um levantamento das pesquisas realizadas sobre este fenômeno no campo da Psicologia.

As transformações do modo de vida feudal para o capitalista são salientadas por Camino (1989) na explanação sobre as primeiras ações coletivas na modernidade, considerando que essa passagem histórica “processou-se através de diversas revoluções e transformações, nos séculos XVIIIe XIX, no campo industrial, científico, cultural, político, urbano, etc” (Camino, 1989:3). Estas se caracterizaram por um significativo avanço das desigualdades sociais, da situação de miseriabilidade de uma parte considerável da população, das desumanas condições de trabalho nas cidades, das péssimas condições de moradia, saúde e educação, entre outros, que se tornaram mediações sócio-históricas no fomento das mobilizações coletivas.

A diversidade das transformações sociais ocorridas nos séculos XIXe XX, na consolidação da chamada sociedade industrial, especialmente na Europa Ocidental e na América do Norte, também são apontadas por Prado (2001) como constituídoras de grupos excluídos, que se inseriam em mobilizações coletivas, pois, “de alguma forma se viram alijados do processo social” (Prado, 2001:151). Estas transformações sociais, conforme o autor, não se deram somente no plano econômico e político, mas, preponderantemente, no plano cultural, ou seja, na reformulação das instituições sociais e políticas, na urbanização das cidades, nos novos hábitos, convenções sociais, formas de agrupamento humano e no aumento da reflexibilidade acerca da vida humana (Prado, 2001). Elas possibilitaram a criação de novos sujeitos que, por sua vez, participavam na construção de novos contextos1 sociais, históricos, políticos, subjetivos, culturais e econômicos. Diante deste contexto, o estudo das “massas”, “multidões”, “ações coletivas” ganhou notoriedade no pensamento das Ciências Sociais e Humanas no final do século XIX (Prado, 2001).

Desde então, diversas formas de compreender os movimentos sociais têm sido desenvolvidas nas ciências humanas. Essas transformações teórico-metodológicas não são puramente epistemológicas, mas sim frutos dos processos históricos que inauguram novas práticas, singulares e coletivas, constituídas e constituintes pelas/das mudanças dos sujeitos/sociedade, em seus aspectos históricos, culturais, subjetivos e políticos.

A realidade dos movimentos sociais, conforme Scherer-Warren (2006), é bastante dinâmica e nem sempre as teorizações têm conseguido acompanhar este dinamismo, acentuado com os processos de globalização e informatização da sociedade. Neste sentido, os movimentos sociais tendem a se diversificar e se complexificar, demandando novos olhares teórico-metodológicos que venham sustentar novas formas de compreender estas práticas políticas.

Diante desta necessidade teórico-conceitual, a psicologia surge como uma possibilidade de ampliar o referencial teórico, aquecer o debate acadêmico, assim como servir de subsídio para novas criações políticas, seja nas ações coletivas, nos movimentos sociais ou nas várias formas de participação política.

A contribuição da psicologia neste cenário marcado pela diversidade de compreensões pode se revelar de forma ímpar para os estudos e práticas nesta temática. Essa área reflete as relações entre os sujeitos, movimentos sociais, espaço público/privado, a partir dos próprios protagonistas destas ações coletivas, aprofundando nas análises subjetivas, constituídas e constituintes, pelas diversas formas se fazer política e se fazer sujeito por meio dela.

Os estudos da Sociologia não levavam em conta, por diversas vezes, os elementos culturais e subjetivos vivenciados pelos sujeitos que se inserem em mobilizações sociais, conforme Prado (2002), “deixando de lado os processos dinâmicos que levavam as pessoas a se organizarem em ações coletivas” (Prado, 2002: 62). O autor aponta que o surgimento de ações coletivas contemporâneas, proporcionou um deslocamento fundamental nas análises da mobilização social, denunciando “a urgência de pensar aspectos psicossociais como a identidade, o compartilhamento de crenças grupais, de representações sociais, de agências e formas de ação social” (Prado, 2002: 62). A re-emergência da Psicologia Social nos estudos sobre ações coletivas foi fruto, conforme o autor, das limitações das explicações macroestruturais, da concepção de sujeito coletivo coeso e unificado e do redimensionamento do espaço político que transcende as fronteiras do espaço institucionalizado, se deslocando para as esferas da vida privada, até então, não politizadas.

A partir da importante contribuição que a Psicologia pode oferecer para a compreensão das práticas políticas, realizou-se um rastreamento no Banco de Teses da CAPES com a finalidade de construir um panorama dos estudos produzidos sobre este fenômeno realizados nos Programas de Pós-Graduação do Brasil.

Método

Para construirmos este panorama científico, realizamos um rastreamento no Banco de Teses da CAPES utilizando os seguintes descritores: "ações coletivas", "participação política" e "movimentos sociais". Após o levantamento de estudos realizado com cada descritor, selecionamos aqueles que foram produzidos por Programas de Pós-Graduação em Psicologia e excluímos os estudos que, mesmo sendo oriundos deste campo do saber, não abordavam estes fenômenos e apenas continham algum dos descritores no corpo do texto.O rastreamento dos resumos no portal da CAPES foi realizado entre julho de 2008 a janeiro de 2010.

Ao utilizarmos o descritor "ações coletivas", encontramos um total de 384 estudos, sendo que 12 foram selecionados. Com o descritor "participação política", encontramos um total de 601 estudos, sendo que 34 foram selecionados. Com o descritor "movimentos sociais", encontramos um total de 2862 estudos, sendo que 46 foram selecionados. Portanto, encontrou-se um total de 92 estudos e, considerando que alguns deles se repetiram, analisou-se um total de 83 estudos.

Análise e discussão dos dados

Com a finalidade de organizarmos estes estudos para uma melhor visualização, elaboramos as seguintes categorias de análise: nível da pesquisa (mestrado ou doutorado); programa de pesquisa em que foi realizada; ano em que a pesquisa foi realizada, objetivo da pesquisa e os aspectos teóricos e metodológicos da mesma.

Nível da pesquisa

Figura I: Nível da pesquisa realizada nos Programas de Pós-Graduação em Psicologia

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Da amostra coletada de pesquisas, encontrou-se uma predominância de estudos realizados no nível de mestrado (75%- 62 estudos) em relação ao doutorado (25% - 21 estudos). Este dado pode ser explicado pelo fato de o percentual de pessoas que cursaram o mestrado é maior do que o percentual de pesquisas realizadas em nível de doutorado (2.506 estudos de mestrado; 702 estudos de doutorado); ou também, pelo fato desses pesquisadores terem trocado sua temática de investigação no curso de doutorado, não sendo captado pelo nosso rastreamento por não conter os descritores utilizados neste estudo. Além disso, foi possível notar que da amostra coletada, apenas 3 do total de pesquisadores(as) (até o momento deste rastreamento) realizaram o doutorado nesta mesma área de conhecimento.

Ao realizar a análise dos dados coletados nesta pesquisa, surgiu a necessidade de quantificar o número estudos produzidos no nível de mestrado e doutorado para cada descritor utilizado. Este levantamento está descrito na Figura II (número II) a seguir

Figura II: Quantificação dos estudos conforme o nível da pesquisa (mestrado ou doutorado)

DESCRITOR

NÚMERO DE ESTUDOS

NÚMERO DE ESTUDOS

MESTRADO

DOUTORADO

Movimentos sociais

1.627

475

Participação política

535

141

Ações coletivas

344

86

2.506

702

Instituição em que a pesquisa foi realizada

Figura III: Instituições de Ensino que a pesquisa foi realizada

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Pode-se notar que a instituição PUC-SP posiciona-se em primeiro lugar na produção dos estudos em relação aos fenômenos, responsabilizando-se por um total de 35% dos estudos produzidos no Brasil. Em seguida, encontra-se a USP (São Paulo e Ribeirão preto) que se ocupa por 15,4% dos estudos. Em seguida surgem as instituições UFPB ( 10,7%), UFMG (9,5%) e UFES (7,1%). Por último, aparecem as instituições PUC-RS(4,7%), UFSC e UFRJ (3,5%). A categoria Outras foi composta por instituições que apresentaram 1 estudo, sendo agrupadas nesta última categoria.

Ano das pesquisas

Figura IV: Quantificação dos estudos realizados conforme os anos de 1987 a 2008

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Pode-se constatar que o menor índice de produção de estudos, ou seja, nos anos em que apenas uma pesquisa foi publicada, ocorreu nos anos: 1987, 1990, 1992, 1996. Os demais anos não aparecem no gráfico por não terem sido marcados por algum tipo de produção nesta temática. Nota-se também que ocorreu um aumento na  produção de pesqusias no ano de 1997, 2000, revelando seu ápice no ano de 2006.

Aspectos teórico-metodológicos

Nesta categoria foi investigado, por meio do resumo disponível no Banco de Teses da CAPES, o suporte teórico e metodológico da pesquisa. Pelo fato de uma pesquisa apresentar, algumas vezes, mais de um tipo de ferramenta teórico-metodológica, optou-se por apresentar estes dados de forma descritiva.

Aspectos teóricos

A presente pesquisa considerou importante relatar a diversidade de perspectivas epistemológicas encontradas nas pesquisas que vêm abordando a temática das ações coletivas, participação política e movimentos sociais. Foi encontrado, também, uma dificuldade em sistematizar esta análise, pois, em muitos resumos, a linha teórica não era apresentada, ou, em alguns casos, o mesmo estudo utilizava mais de uma abordagem teórica. Sendo assim, optou-se por apresentar todas as linhas teóricas encontradas sem, no entanto, quantificá-las. Alguns autores foram explicitamente utilizados, tais como, Ciampa, Melucci, Sennet, Walter Benjamin, Foucault, Lapassade, Berger & Luckman, Pichon Rivière e Tajfel. Dentre as linhas epistemológicas pode-se verificar a presença da Psicanálise, Fenomenologia, Psicologia Comportamental, Construcionismo Social, Psicologia Social, Psicologia Socio-Histórica, Psicossociologia, Teoria das Representações Sociais, Teoria dos Movimentos Sociais, Estudos de Gênero, Teoria Social do Self.

Aspectos metodológicos

Outra informação que foi pensada como fundamental de ser demonstrada neste estudo refere-se as diferentes abordagens metodológicas utilizadas pelos pesquisadores para conseguirem atingir o objetivo proposto de suas pesquisas. Pela dificuldade em quantificá-las em porcentagem, por ficar subentendida em alguns estudos e por aparecer mais de um procedimento metodológico em uma mesma pesquisa, optou-se pela apresentação de todas as estratégias metodológicas encontradas neste levantamento, bem como o número de vezes que cada uma delas apareceu neste rastreamento.

As diversas formas de entrevistas (aberta, semi-aberta, diretiva e não diretiva) foi o procedimento metodológico que mais apareceu no levantamento, totalizando 44 aparições nesta coleta de estudos. Em seguida, encontra-se a “observação participante” e ou “estudo etnográfico”, bem como “levantamento, análise ou registros históricos”, totalizando 17 aparições neste levantamento. A utilização do questionário totalizou 6 aparições, seguido de “escala” (n=3), “grupo focal” (n=3), “cartografia” (n=2), “pesquisa bibliográfica” (n=2), relato oral (n=1) e o método fenomenológico (n=1). Com relação ao tratamento dos dados, a maior parte dos estudos não relata, tampouco descreve este procedimento. Pode-se notar que as pesquisas utilizaram a análise de conteúdo e análise de discurso como procedimentos de análise dos dados.

Objetivos de estudo das pesquisas

Nesta categoria foi investigado, por meio do resumo disponível no Banco de Teses da CAPES, o objetivo de cada pesquisa. Após a coleta de dados, elaboraram-se as seguintes categorias para abranger a multiplicidade de objetos de estudos constatados neste levantamento:

Consciência Política: (n= 6)

Esta categoria foi construída, identificando que há uma tradição neste tema em pesquisas realizadas na PUC-SP. Dentre estes estudos, Silva (2002) busca compreender as razões que motivam sujeitos a adotarem as ações coletivas como uma alternativa para transformação social da realidade em que vivem por meio da análise do processo de formação da consciência política entre as famílias do MST; a pesquisa de Palassi (2004) investiga o impacto do movimento (anti)privatização do Banco Banespa na consciência política e na predisposição dos trabalhadores à participação em ações coletivas; um estudo intercultural foi realizado por Silva (2006) para analisar a construção da consciência política coletiva de homossexuais no Brasil, na Espanha e Portugal; a formação da consciência política, viabilizada pela participação política, no caso, de moradores e trabalhadores da Unidade de Reciclagem do Lixo foi o objetivo de Costa (2006); Prado (1994) pesquisou o movimento da consciência e os valores comunitários junto a um grupo de mulheres participantes de um mutirão habitacional; por último, Martins (1987) investiga o desenvolvimento da consciência do militante político, identificando os fatores determinantes que o levaram a inserir-se na militância política.

MST (Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) – (n= 11)

Esta categoria foi elaborada a partir do número significativo de estudos (n=11) encontrados que abordam, de alguma forma, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra no Brasil. O estudo de Domingues (2001)  focou na dimensão subjetiva e inconsciente presentes na adesão de sujeitos na luta no MST; Pimenta (2005) busca compreender os processos de construção de identidades coletivas na trajetória de luta pela terra e na constituição de um  Assentamento do MST; a pesquisa de Lima (2005) busca discutir os discursos em relação ao MST presentes em 3 jornais (Estado de São Paulo, O imparcial e Presidente Prudente); as trajetórias, sentidos e histórias de vidas de jovens assentados do Rio de Janeiro são focos de análise de Borges (2004);  conhecer os profissionais extensionistas do Itesp (Instituto de Terras do Estado SP), suas visões de mundo, suas identificações socais, seus sentimentos de compromisso e solidariedade com famílias assentadas, na realização da Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de São Paulo é objetivo do estudo de Gomes (2003); a interface entre religião e política foi analisada por Junior (2005) no estudo sobre as principais características e funções da mística no cotidiano do MST; Figueiredo (1995) realiza uma análise psicossocial da capacidade de mobilização e das condições internas do MST, buscando compreender o que levam indivíduos ou grupos adotarem ações coletivas para o atingimento de mudanças sociais; os processos de subjetivação e a amizade, enquanto elemento potencializador da militância no MST, foram focos no estudo de Leite (2008); a compreensão dos processos psicossociais motivadores da participação de trabalhadores junto ao MST no Pontal do Parapanema foi alvo da pesquisa de Narita (2000); Bastos (2006) analisa as contribuições de um projeto político-pedagógico para formação de professores em uma escola de um assentamento rural em Araraquara; por último, tem-se o estudo de Magalhães (2008) que analisa as trajetórias de luta de mulheres trabalhadoras rurais no Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais em Minas Gerais (MSTTR) entre os anos de 1989 e 2002 com foco na construção da identidade política.

Associação De Moradores e Movimentos Populares- (n= 7)

Esta categoria foi elaborada para contemplar os estudos que, de alguma maneira, abordam movimentos populares de alguma comunidade ou município e, fundamentalmente, as mobilizações articuladas por meio de Associação de Moradores (n= 7). A pesquisa de Croisfelts (2003) buscou compreender as versões que circulam entre membros de uma associação de moradores de um bairro da periferia de Ribeirão Preto em relação as suas participações em ações coletivas; os movimentos de bairro no município de Vitória foram alvos da pesquisa de Herkenhoff (1994) traçando o papel das entidades de bairro na construção da cidadania; a responsabilidade social e a cidadania participativa foi foco do estudo de Araújo (2006) em que analisa um projeto de desenvolvimento comunitário implantado por uma indústria a fim de compreender como o projeto foi implantado, em que contexto, sob que motivações e a forma como envolve, ou não, a população comunitária; o discurso evangélico é tomado como expressão de cidadania na pesquisa de Pessoa (2003) em que estuda as crenças, as atitudes e os comportamentos políticos de lideranças evangélicas no ACRE; os aspectos psicossociais relacionados à participação de um grupo de moradores num protesto pelo funcionamento de um hospital público foi abordado por Eleotério ( 2000); Garcia (1994) utiliza a psicologia social para analisar a mobilização social de moradores de um região de periferia de São Paulo; a partir da análise do comportamento, Xavier (2005) analisa a dimensão psicológica do comportamento participativo de moradores atendidos por um programa governamental de habitação.

Comportamento político – (n= 6)

A elaboração desta categoria vem atender um conjunto de pesquisas que abordam o construto teórico intitulado “comportamento político”, sendo que 4 (quatro) foram produzidos pela UFPB, dois pela PUC-SP e um pela UFSC. A relação entre identidade social, religião e comportamento político foi trabalhada no estudo de Filho (1997) que investiga as conseqüências da identidade religiosa sobre a participação de trabalhadores (pentecostais e católicos) em ações coletivas e em movimentos sociais; as representações e o comportamento político de estudantes sobre democracia, sociedade ideal, participação política e autoritarismo foram investigadas por Brizola (1999); o comportamento político de universitários também foi alvo do estudo de Lima (1997) em que busca entender o papel desempenhado pelos valores na formação e expressão das atitudes e comportamentos políticos dos universitários da Paraíba; a influência da programação jornalística da TV no comportamento eleitoral nas eleições de 1989 e 1990 em João Pessoa foi foco de análise de Costa (1994); as crenças políticas do comportamento de eleitores de João Pessoa, também foram investigadas por Gouveia (1995), porém, no período entre 1992 e 1994; por fim, Cassas (2007) analisa a participação e não participação no movimento estudantil da USP a partir da Psicologia Comportamental.

Movimentos sociais e saúde- (n= 7)

Esta categoria emergiu em decorrência da histórica interface dos movimentos sociais pautados nas reivindicações para as melhorias nos serviços públicos de saúde, bem como na necessidade de rever alguns conceitos teóricos de forma mais crítica, como o conceito de saúde, doença e, em especial, de doença mental.  Além disso, a luta sanitarista, anti-manicomial e pela instalação do controle social realizada pela comunidade, fez da participação política no âmbito da saúde um campo de antagonismos e lutas por parte da população e profissionais. Neste rastreamento encontramos um total de 7 (sete) estudos que, de alguma forma, articulam a mobilização política com as questões da saúde, seja individual ou coletiva.

Investigar de que forma conselheiros de saúde percebem o seu papel no controle social de Belo Horizonte foi alvo do estudo de Bicalho (2003); analisar a participação popular e o controle social na saúde no Conselho Municipal de Saúde da cidade de Assis (SP) foi o foco da pesquisa de Navas (2008); Silva (2004) politizou a dor ao verificar de que forma a participação em uma ONG, onde bons encontros são estimulados, podem ajudar pessoas afetadas pela AIDS a extrapolar esta vivência individualista e estigmatizadora; os fatores que influenciam na mobilização política de professores foram os objetivos de Hashizume (2002), em que busca articular a saúde dos docentes com as modificações da organização de trabalho, devido à Reforma Administrativa das Universidades; a saúde do trabalhador docente e sua atuação dos movimentos sociais em educação, em especial, o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública na LDB foi o foco de Valadares (2006); Scarcelli (1998)descreve a atuação dos trabalhadores em saúde mental diante da implantação da rede substitutiva de saúde mental ancorada nos princípios do movimento anti-manicomial na cidade de São Paulo.

Relações de Gênero- (n=10)

Esta categoria temática de estudo foi elaborada para contemplar as pesquisas que, de alguma forma, abordassem as relações de gênero no campo da política.  Ao compreender a articulação em torno das categorias raça e gênero, o estudo de Rodrigues (2006) busca investigar a construção da mulher negra enquanto sujeito coletivo de direitos, sob o foco da constituição da identidade coletiva do Movimento de Mulheres Negras; a participação e consciência política de mulheres é alvo do estudo de Gonçalves (2005) em que busca investigar se há interferência na construção de novas identidades a partir da participação política em instâncias decisórias e movimentos sociais; a relação entre gênero e participação política também foi foco do estudo de Leite (2001) que busca identificar os tipos de causas mais freqüentemente atribuídas à participação política feminina e as possíveis inter-relações entre tal fenômeno e certas crenças. Os sentidos que mulheres atribuem aos 30% dos cargos de direção do Partido dos Trabalhadores foi objetivo do estudo de Souza (2000); a pesquisa de Prenh (2005) analisa como determinadas configurações do espaço público, assim como os discursos, produzem efeitos de constituição das mulheres como sujeito político; já a militância durante a ditadura militar no estado do Espírito Santo foi foco do estudo de Nascimento (2006) o qual buscou analisar os aspectos psicossociais, principalmente aqueles relacionados aos processos de identificação, implicados na interconexão entre relações de gênero e campo político na militância de mulheres contra a ditadura militar brasileira; a mulher na cena política foi a temática do estudo de Rodrigues (2002) que investiga as motivações e dificuldades para a atuação de mulheres na cena política, de que forma conciliam a defesa dos interesses públicos e os assuntos familiares.

Movimentos sociais e outras formas de participação política-  (n= 25)

Esta categoria de análise contempla todos os estudos que, de alguma maneira, abordam o envolvimento de sujeitos em algum canal de participação política, seja movimentos sociais, ONGs, ações coletivas ou outros.

Dentre os movimentos sociais estudados, foi encontrado o estudo de Del Prette (1990) que analisa o movimento contra o desemprego na cidade de São Paulo; o engajamento político como estratégia para superar o desemprego também foi alvo da pesquisa de Goulart (2001) que realiza uma abordagem psicossocial do engajamento de trabalhadores no Movimento dos Trabalhadores Desempregados; o II Fórum Social Mundial (FSM) tornou-se objeto de estudo de Amoretti (2003), no qual busca refletir sobre como os participantes do FSM configuram práticas políticas para um novo projeto de sociedade, por meio das representações sociais e sentidos da participação política neste evento; o movimento do impeachment presidencial foi abordado por Pereira (1998) que investiga a adolescência e a participação política neste movimento, por meio da heterogeneidade no discurso dos adolescentes; o ENEP (Encontro Nacional dos Estudantes de Psicologia) foi abordado por Ribeiro (1998) com o objetivo de reconstruir a história e memória deste movimento, com o intuito de analisar a dinâmica de funcionamento do movimento estudantil na área da psicologia; as formações identidárias de grupos totalitários e excludentes como os skinheads foi analisado por Souza (1998), delineando as determinações sócio-históricas na constituição destes grupos no Brasil e na Itália; o Movimento Passe Livre de Florianópolis foi analisado por Gomes (2008) com o objetivo de investigar os sentidos que os militantes atribuem a esta prática política e de que forma esta constitui estes sujeitos; o movimento Hip-Hop é alvo do estudo de Silva (2002) que analisa como o movimento constitui um novo sujeito político agindo na esfera pública, caracterizando o movimento como artístico, social e político; os movimentos negro são abordados por Silva (2001), cujo estudo discute a (re)signicação da identidade negra pautando-se neste movimentos sociais; os fenômenos do racismo, redes organizacionais, a dinâmica interna dos movimentos e o processo de construção da identidade nos movimentos sociais são analisados por Silva (2000) que aborda o movimento anti-racismo no Brasil como uma forma de “novo movimento social”; Maciel (1997) estuda como meninos em situação de rua explicam as causas das desigualdades sócio-econômicas e como essas concepções são influenciadas pela participação ou não deles em movimentos sociais próprios dessa categoria; o estudo de Pereira (2006) analisa a militância orientada pela Teologia da Libertação visando compreender o processo de formação e transformação da identidade de protestantes metodistas que se envolveram em movimentos sociais orientados pela Teologia da Libertação.

O estudo de Brandão (1999) busca investigar em quais redes sociais os estudantes universitários participam e o grau de participação em cada uma destas, relacionando-as com a formação política destes sujeitos; o foco da pesquisa de Azevedo (1992) é a influência exercida pelo sistema político autoritário sobre a universidade e, por conseqüência, sobre os alunos, centrando-se nos valores destes estudantes referentes a seu nível de dogmatismo e autoritarismo, além de seu grau de participação política; a relação entre juventude e política foi foco do estudo de Batista (2008) que investiga a formação da juventude na contemporaneidade e verifica se havia diferenças nos aspectos de integração e resistência entre os jovens de uma grande cidade e de uma cidade pequena; o engajamento político no contexto educacional foi alvo da pesquisa de Brancaleoni (2005) que teve por objetivo analisar o processo de elaboração e implementação de um projeto político-pedagógico para as escolas rurais do município de Araraquara, tendo como foco a participação política dos sujeitos; Pereira (1996) realiza uma reflexão sobre o trabalho de assessoria junto aos movimentos sociais, por meio das visões das lideranças dos movimentos como também das assessorias, problematizando se esta relação se caracteriza por uma parceria ou dependência; a pesquisa de Machado (2006) investiga a prática política no âmbito profissional de médicos, visando analisar quais as razões que levariam certos indivíduos a desenvolverem estratégias prejudiciais à construção da ação coletiva, abordando um caso concreto de ação coletiva da profissão médica; o estudo de Santos (2006) aborda o ingresso no ensino superior por um grupo de jovens provenientes do curso preparatório pré-vestibular popular PsicoUSP, enquanto uma alternativa à demanda por acesso às universidades pelas camadas populares, foco do movimento social Universidade Popular; Souza (1997) busca a compreensão das razões que impelem e mantém os atores socais no trabalho comunitário.

Produção de Subjetividades, modos de vida e práticas políticas- (n= 10)

Esta linha de estudos foi elaborada a partir de uma primeira categorização denominada “ações coletivas, movimentos sociais e ONGs” em que foi verificado um número significativo de estudos que abordam esta temática na interface com os processos subjetivos. Torna-se importante destacar que, com exceção de 2 estudos, todos eles foram publicados após o ano de 2000, revelando um interesse mais recente em aliar o campo da política com os processos subjetivos.

A pesquisa de Souza (1997) visa compreender a forma como jovens militantes constroem a ação participativa e o sentido que atribuem à escolha do espaço coletivo como resposta para enfrentar o individualismo contemporâneo; na tentativa de articular a militância e a vida cotidiana, o estudo de Baltazar (1998) busca saber como as lideranças de organizações populares na Grande Vitória têm se sentido em relação à sua participação nessas organizações e em suas vidas; uma análise psicossocial da militância estudantil é realizada por Mortada (2002), na qual busca compreender quais as motivações para a política por parte de militantes estudantis; assinalando a leveza e liquidez das revoluções cotidianas, Vinade (2006) busca problematizar a militância na contemporaneidade, assim como identificar as estratégias ativas e potencialmente subversivas na atualidade; a partir de uma experiência de um catador de papel e material reciclável associado à ASMARE (Associação dos Catadores de Papel e Material Reciclável de BH), o estudo de Mendonça (2006) busca compreender a possibilidade de mudanças nos exercícios de cidadania as quais envolvem, ao mesmo tempo, transformações subjetivas, articulando os novos modos de subjetivação e cidadania; Espejo (2007) estuda a processualidade do sujeito político que participa de um espaço coletivo popular (CEFÚRIA-Curitiba), buscando compreender os sentidos da participação para estes sujeitos; Analisar a construção de sentidos sobre a participação política juvenil, a partir das práticas discursivas, foi objetivo de Mendonça (2008); Bertollo (2008) procurou identificar e descrever as trajetórias de participação política de jovens filiados a diferentes partidos, bem como os significados, motivos e representações associados à prática política; a política e subjetividade se encontram no estudo de Cordeiro (2007) que investiga o sentido produzido por pessoas portadoras de deficiência que participam do Movimento Vida Independente (MVI), em relação à própria concepção de vida independente; Prim (2004) analisa as transformações psicossociais ocorridas na sociabilidade e na produção de sentidos dos agricultores que participam destas experiências de cooperação como a AGRIMA.

Estudos teóricos- (n=1)

O único estudo que utilizou o método bibliográfico e teve como objetivo realizar um estudo teórico foi de Prado (2000). Esta pesquisa desenvolve uma interpretação da literatura sobre ações coletivas a partir de duas categorias: o sujeito e o político, propondo uma re-leitura crítica das principais perspectivas que analisam as ações coletivas e os movimentos sociais.

Considerações finais

A partir dos levantamentos arrolados aqui é possível identificar um crescente interesse pelo tema no Brasil, mais especificamente, em meados da primeira década deste século. Foi possível constatar que a produção acadêmica brasileira no nível do mestrado (75%) é três vezes maior do que a produção realizada nos programas de doutorado. Até o momento desta coleta de dados, a PUC-SP é a principal instituição pela produção de pesquisas na área, sendo responsável por aproximadamente 35% dos estudos produzidos no Brasil.

Com relação aos aspectos teórico-metodológicos, notamos que todos os estudos levantados utilizaram a análise qualitativa dos dados, com predominância na utilização de entrevistas e observação participante como procedimentos metodológicos. Além disso, verificamos que os estudos se concentram em linhas de pesquisa que se definem pelo seu objeto de estudo. Em ordem decrescente, organizada pelo número de estudos produzidos, seguem as categorias: “Movimentos Sociais e outras formas de participação política” (n=25); “Movimento Sem Terra” (n=11); “Relações de Gênero” e “Produção de Subjetividades, modos de vida e práticas políticas” (n=10); “Associação de Moradores e Movimentos Populares” e “Movimentos Sociais e Saúde” (n=7); “Comportamento Político” e “Consciência Política” (n= 6); “Estudo Teórico” (n=1).

A relevância deste artigo está no fato do mesmo possibilitar a visualização do panorama brasileiro científico em relação à produção de pesquisas realizadas na área de participação política, movimentos sociais e ações coletivas. Estudos desta natureza auxiliam na produção de outras pesquisas na área, pois indica os objetos de estudo e perspectivas teóricas e metodológicas utilizadas.  Dessa forma, pretendemos contribuir com a produção de pesquisas voltadas para a compreensão de uma importante prática social na contemporaneidade, com vistas à construção de uma sociedade mais democrática.

Novos levantamentos no contexto da América Latina se fariam necessários e apontariam, de forma mais específica, a produção científico-acadêmica deste continente, destacando a singularidade dos movimentos sociais e ações coletivas neste contexto.

1  O termo “contexto” será compreendido neste artigo sob a perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural, ou seja, caracterizando-se por uma teia imbricada de relações sociais, culturais, históricas, políticas, econômicas e subjetivas que constituem e são constituídas pelo sujeito.

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